SEÇÃO KARINASSA


E O BARRACO CONTINUA!

Os ânimos lá no Fracassados uma ova! continuam exaltados! A discução sobre a (evidente) qualidade artística ou não do Chico Buarque já virou um barraco político-ideológico-partidário. É sangue para todo lado!

Eu ia fazer (mais) comentários por ali, mas preferi me utilizar de uma réplica. (mais classudo)

Este foi o Plantão Karinassa! Mais detalhes a qualquer momento ou em nossa próxima edição regular.

Ta ta ta ta ta tatatata, ta ta ta ta taaaaaaa! (musiquinha de plantão, microfoninhos e camerazinhas voando)

 



Escrito por Karinassa às 15h17
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EXTRA! EXTRA! (edição retificada)

INCIDENTE DIPLOMÁTICO EM VIAS DE SOLUÇÃO AGRAVADO!

Sua Majestade, o Imperador Júlio César da Silva, declara publicamente que releva a obra do seu inimigo público capital - Chico Buarque de Holanda! vai pro Inferno!

(isso até a publicação do texto imperial oficial, suponho)

Maiores detalhes nos comentários do Fracassados uma ova!



Escrito por Karinassa às 17h55
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Tempos Modernos

Ontem reparei num filme comercial, estrelado pela Malu Mader, que promovia um comprimido para dor-de-cabeça. (A propaganda cumpre tanto a sua função que eu não lembro do nome do referido comprimido, para ilustrar melhor o texto).

 

O filme consiste em, basicamente uma Malu Mader profissional, vestida de terninho preto e sapato social contracenando com outra Malu Mader mais dona de casa, com cabelo preso e camiseta. Ambas explicam ao expectador o quanto a vida é atribulada, já que ela acumularia as tarefas de dona-de-casa, mãe, profissional, esposa.... enfim... o drama da mulher moderna.

 

Eis que a nossa estrela solta a seguinte frase, para convencer o potencial consumidor:

 

“- Nessa vida agitada, eu não tenho tempo para sentir dor-de-cabeça, por isso tomo o comprimido X e a dor passa num instante” (ou algo assim).

 

Sou absolutamente leiga em ciências publicitárias, mas, até onde sei, o objetivo primeiro de uma propaganda é o de criar a necessidade no consumidor em potencial, certo? (corrijam-me se eu estiver errada).

 

E, aqui, o argumento usado para que o consumidor sinta a necessidade de combater uma dor é... a falta de tempo (?). Ou seja, se você tiver tempo sobrando, viva com a sua dor. Se a dor não atrapalhar o seu desempenho profissional-social-pessoal, não há o que se reclamar. Dor é frescura, a não ser que interfira na excelência das suas atividades! Aí, sim, se justifica o remédio. Tudo pela eficiência!

 

...

 

Impressão minha, ou o mundo anda mudando o foco das coisas?

 

Update: Só para esclarecer, a minha indignação com relação ao filme comercial está no fato de que um comprimido para dor-de-cabeça deveria atrair o seu consumidor para... combater a dor-de-cabeça, e não para melhorar a eficiência das atividades diárias. A imagem que o filme passa é que o pior da dor-de-cabeça não é a dor em si, mas a interferência que ela pode causar a pessoas que devem focar tudo na excelência do seu desempenho diário. É a importância que se dá ao desemprenho diário. De alguma maneira, o publicitário responsável entendeu que o que mais incomoda nas dores é o quanto ela atrapalha objetivamente a vida das pessoas, e que assim atrairia mais consumidores. O pior da dor é a dor, pombas!



Escrito por Karinassa às 09h30
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Às vezes eu pego um pouco de nojo dos textos que escrevo. Simplesmente não consigo fazer uma segunda leitura. Não sei se ocorre quando o assunto objeto do texto me é extremamente cansativo, ou se o texto é cansativo em si. Ler o próprio texto é quase olhar o espelho.

 

O fenômeno aconteceu com os últimos dois textos publicado ali abaixo. Foram publicados nas suas primeiras versões. Sabe como? Escrever e enviar. Nem um corretorzinho Word antes. Nem uma lidinha para checar as concordâncias...

 

Só hoje consegui relê-los.

 

A idéia era boa, a escrita ficou uma droga.

 

Embora já tenham se esgotado, vou dar uns tapinhas aqui e ali, só para não ficar o registro vergonhoso de “uma das grandes futuras evoluções futuras da humanidade” ou “ao fato de eu nunca me senti confortável”.

 

E você que continua vindo por aqui, mesmo depois das aberrações... muito obrigada.

 

Aliás, obrigada nada! Alguém podia ter me dado um toque, pô!



Escrito por Karinassa às 11h39
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Na última edição da SK (eu sei, faz tempo...) eu mencionei que os conceitos de amor e fidelidade, no futuro, seriam reformados, segundo as minhas crenças.

 

Por conta disso, recebi o comentário, abaixo transcrito, do impagável João Artureno, (Céus! Mais uma criança que aprendeu a escrever! Onde esse mundo vai parar?):

 

“(...) Depois que a gente se decepciona no campo amoroso, é como que se acordássemos de um sonho (irreal, diga-se de passagem). (...) A respeito do seu comentário sobre o conceito de fidelidade, discordo. E notei que você também discorda (tudo bem, pode ter sido impressão minha...). Acho que o monogamia ainda continuará presente na sociedade por muito tempo. Essa tese não se aplica ao período anterior ao casamento, onde a mudança já ocorre: menos compromisso, mais diversão, todos felizes! Mas no matrimônio, independente de religião ou conceitos, a monogamia continuará a ser predominante. Ou você se imagina dividindo seu marido com outras? =). Beijos!”

 

Primeiro, acho importante esclarecer que o texto anterior, publicado em 09/02/05, não foi um desabafo. Pra falar a verdade, eu nunca me decepcionei de maneira tão grave, no campo amoroso. Claro, uma traiçãozinha aqui, um fora acolá, mas nada que me deixasse traumas.

 

Essa ausência de traumas se deve ao fato de eu nunca ter me sentido confortável para fixar juízos a respeito das atitudes alheias, ainda que elas me atinjam diretamente. Não é hipocrisia quando defendo que a popular escapada não é a exteriorização suprema do mau-caratismo de alguém.

 

Devemos nos ater ao fato de que um relacionamento amoroso se estabelece entre duas pessoas distintas, com valores e emoções distintos. E o conceito de traição pode ser muito diferente de um para outro. E mais, os relacionamentos não são objetivos. Não são textos de lei. É besteira predeterminarmos regras. É até um pouco ridículo:

 

Olhou para bunda alheia. Pena: cara amarrada

Beijou outra (o). Pena: dar um tempo

Transou com terceira (o). Pena: fim.

 

Vamos esclarecer uma coisa: nada contra, mas não sou adepta de relações abertas, casas de suingue, surubas, poligamia e demais.

 

Mas realmente penso que as reações devem ser medidas de acordo com a dor provocada. Se é insuportável conviver com a ação do par, a reação é a separação. E só nesse caso, independente do que tenha ocorrido. A normatização das relações é uma característica da nossa sociedade, que pensa ser inviável  relações sociais sem normatização. Isso faz algum sentido se considerarmos o grande número de pessoas que coexistem.

 

Mas numa relação amorosa são apenas duas pessoas (em princípio), que devem moldar-se uma à outra, durante a convivência. Isso sim é uma relação e não uma sopa de regras a que o casal resolve se submeter mutuamente. E essas considerações valem para qualquer casal, existente ao tempo que for, antes ou depois dos laços matrimoniais, ao contrário da concepção do meu amigo Artureno.

 

Penso que se um dia ouvisse: Karinassa, ontem saí, tomei umas cervejas e... putz, acordei numa cama desconhecida”, seria algo realmente dolorido, mas suportável. Mais suportável do que: Karinassa, estou encantado por outra. Nunca toquei nela”.

 

Ou, ainda, acho que suportaria melhor uma traição a uma agressão...

 

Isso de acordo com a minha escala de valores, com a maneira que as coisas me atingem.

 

Talvez para você seja diferente.



Escrito por Karinassa às 09h31
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Como já explicitei lá no Fracassados uma ova! passei boa parte das minhas folias carnavalescas dentro das salas de cinema. Assisti ao filme do qual anda se falando, por aí: Closer – Perto Demais.

 

Fui com uma amiga tradicional, romântica, casadoira, conservadora.... dessas pessoas elevadas que acreditam no amor romântico. Uma menina um pouco diferente da Karinassa, aqui.

 

(Karinassa, desde quando você tem amigas? Pois é... de vez em quando tem uma ou outra que agüento).

 

Bom, a minha coleguinha tinha ataques histéricos! “Vaca” era elogio para a Julia Roberts, durante o desenrolar do filme. A morte com requintes de crueldade era pouco para Jude Law. Clive Owen alçou o status de herói da trama quando se vingou com um certo sadismo da traição da mulher. “O mundo está virado de pernas pro ar” era o que eu ouvia ao meu lado...

 

Enfim, o filme foi um impacto para a menina.

 

E, na mesma proporção, foi um impacto para mim, mas por razões diferentes. A despeito das atitudes reprováveis de todos os personagens do filme, não consegui identificar vilões.

 

Uma das recomendações sobre o filme me veio sob a forma de: “O filme é bastante cético com relação ao amor”.

 

Pois eu discordo. O amor estava lá, em carne viva, retratado na história. Mas não era bonito, elevado... considero o filme não cético, mas um tanto realista. Consegui identificar o quanto as pessoas simplesmente não conseguem conduzir a própria liberdade a que se propõem a viver, o quanto é possível levar a liberdade ao grau de promiscuidade.. (ainda com tal risco, a liberdade ainda é a única alternativa tolerável). O que Closer retrata, são pessoas que amam de maneira promíscua, mas não, necessariamente, errada.

 

Aliás, não consigo entender quem se acha confortável em classificar atitudes alheias como corretas e erradas. Se tem uma coisa que esse tal de Direito me ensinou, é que as normas de conduta (no caso, as normas morais) são um instrumento de regularização e viabilidade social. Nada com relação a uniformização social.

 

De fato, penso que uma das grandes futuras evoluções futuras da humanidade será o conceito de fidelidade e traição. (não que lhes interesse, mas, apenas para não criar uma impressão errada, Karinassa sempre foi fidelíssima em quaisquer relações a que se submeteu, e segundo o conceito tradicional de fidelidade).

 

O conceito de amor já está sendo reformado, e Closer foi mais uma pedra nessa reforma.

 

Closer dói.



Escrito por Karinassa às 15h56
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Quais são as pessoas mais sedutoras? Aquelas que fazem você pensar:

 

“Puxa, esse cara é sensacional!”

 

Ou as que provocam o seguinte tipo de pensamento:

 

“Uau! Eu sou sensacional!”

 

Como sou fraca, egocêntrica e insegura, confesso que o segundo pensamento me é extremamente relevante. Se ambas as reações estão presentes, ou seja, se o pensamento é: “Esse cara sensacional acha que eu sou sensacional! Que situação ímpar e rara!”, aí não tem pra ninguém! Estou com os quatro pneus arriados.

 

Observo que, já que vivemos em época competitiva e difícil em que as pessoas são testadas a cada dia, essa é uma maneira de se seduzir mais ou menos geral (e fácil). Ou seja, fazer com que o objeto a ser seduzido sinta-se bem consigo mesmo.

 

E não me restrinjo a situações românticas. Você, se candidato a algum casrgo público, pode seduzir um eleitor (Ex. "o brasileiro é o melhor povo do mundo"), ou seduzir um empregador (Ex. "eu sempre quis trabalhar numa empesa de tanto renome"), só para citar alguns exemplos rápidos.

 

Como fazer com que o ser a ser seduzido se sinta bem consigo mesmo? Esse é o ponto. Elogiando.

 

Mas há diversas maneiras de elogio. Há os elogios pegajosos, gratuitos, evidentes... desses ninguém gosta muito. Pessoalmente eu detesto. Uma referência fácil desse tipo de elogiador é o Faustão! Argh! Acho que ele elogiaria até o Maluf, se estivesse na presença do ... político (?). Já percebeu?

 

De outro lado, tem pessoas que dominam a arte. Elas sabem tocar no ponto certo. Aquela característica com a qual você é mais inseguro. Aquilo que você não tem muita certeza se será bem aceito ou não... o sedutor chancela, dá o aval. Você pensa algo como: “finalmente, alguém percebeu!”. Pronto! Caiu como um pato na armadilha.

 

E o pior, quase sempre o elogio sedutor é proferido apenas com esse intuito, o da sedução. Não é espontâneo. Ele tem um objetivo certo que é a conquista. E, se o sedutor pode fazê-lo sentir-se bem consigo, pode, igualmente fazê-lo sentir-se mal. Ele conhece o seu ponto fraco, lembra?

 

Enfim, aquilo que você tanto gostou de ouvir, aquilo que você tanto queria pensar, exatamente o “Uau! Eu sou sensacional!”, pode não ser de verdade... ultimamente, tenho permanecido insegura... ainda que seduzida.



Escrito por Karinassa às 16h11
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Percebo que a minha irritação está atingindo níveis altos quando:

 

  1. começo a odiar o meu sapato, ainda que ele esteja extremamente largo no pé;
  2. não sei como arrumar meu cabelo: tanto solto quanto preso, ele me causa profundo incômodo, de modo que a seqüência do meu dia se transforma num, prende, desprende, prende, desprende, arrebenta elástico, deixa solto, faz um coque e prende com lápis, desprende, prende, desprende, considera com carinho a máquina zero, desprende, prende... qualquer hora vou calcular quanto tempo é perdido nesse procedimento, e o quanto isso interfere nas demais atividades cotidianas;
  3. as minhas unhas começam a causar calor;
  4. as pontas dos meus quatro dedos utilizados para a digitação, começam a doer significativamente por tocar o teclado do computador;
  5. sinto uma vontade descontrolada de lavar o rosto e livra-me da maquiagem;
  6. aliás, a vontade descontrolada é de tomar um banho;
  7. por falar em controle, tenho muita vontade de chutar velhinhas de passo lento, na rua;
  8.  emprego tanta força ao bater o carimbo que leva o meu nome sobre a minha assinatura, que chego a quebrar o carimbo;
  9. o desejo de berrar diante do som da respiração alheia é quase maior que eu...
  10. desligar o celular passa a ser o melhor evento diário;
  11. não consigo entender a minha própria letra, em anotações exaradas há 20 minutos;
  12. começo a procurar no calendário explicações para tudo isso e: surpresa! Não, não se trata de TPM!.

 

É, estou num dia extremamente irritadiço. Peço desculpas se você que acessa a SK, veio aqui atrás de um texto mais profundo. Sem condições! Amanhã, talvez...



Escrito por Karinassa às 17h03
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IMPERDÍVEL!

O Fracassados uma ova! está atualizado!

Nessa semana, Karinassa entrevista O Imperador e O Imperador entrevista Karinassa.



Escrito por Karinassa às 19h14
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QUER COMPRAR MÓVEIS DE ESCRITÓRIO?

Nos idos de outubro de 1995, uma maldição caiu sobre mim. Lá estava eu, na fila do Banestado (é... faz tempo), pronta para pagar a ficha de inscrição do vestibular da Universidade Federal do Paraná.

Tinha acabado de pintar aquele quadradinho, número 41. Lembro bem do número porque fiz todas as associações que a minha ignorância numerológica e cabalística poderia fazer. “Bacharelado em Direito – Diurno” era o que estava escrito.

Alguns dias mais tarde, a notícia correu pelo colégio: Direito seria o curso mais concorrido daquele ano. Na época, só havia três faculdades de Direito em Curitiba. (ah, bons tempos!) e a concorrência era mais acirrada que hoje. Batia os quarenta candidatos por vaga. Eu teria que estudar muito mais para o tal do vestibular, e assim o fiz.

Mal sabia que estava cavando minha própria cova. Passar no vestibular foi um trololó, perto do que veio depois.

Passados oito anos, após chefes psicopatas, sócios sociopatas e clientes mentirosos e caloteiros, aprendi algumas lições. Uma delas foi a de selecionar melhor os meus clientes. Outra é selecionar melhor os meus sócios. Ganhei de presente da sorte um anjo da guarda chamada Suzana, minha atual sócia, que me quebra cada galho, a ponto de eu ter certeza que nunca conseguirei retribuir.

Também tive a sorte de achar um emprego no Jurídico de uma empresa, paralelamente ao escritório, em que não tenho que atuar diretamente em processos judiciais, e é esse o ponto.

Eu odeio ser advogada. Eu odeio as formalidades do meio. Eu detesto jargões jurídicos. Eu me sinto mal dentro do Fórum. Eu acho juízes chatos. Eu acho homem de terno horrível. Eu detesto chamar de "nobre colega" aqueles advogados pedantes. Eu tenho nojo de mulher de laquê no cabelo. Eu odeio usar tailler. Eu odeio clientes. Eu odeio ser advogada! Ficou bem claro? Não? Então vou repetir em maiúsculas: EU ODEIO SER ADVOGADA!

Antigamente achava que vocação era algo bobo, algo que se constrói com o tempo. Não é...

Antigamente eu achava que poderia escolher a minha profissão tendo por base a facilidade para o mercado de trabalho. Tal escolha só tornou as coisas mais difíceis.

Fico tão triste quando vejo a ilusão nos olhos de meninotes e meninotas com seus 15, 16 anos de idade, quando falam, quase unânimes: “Direito”, quando perguntados sobre que carreira pretendem seguir.

Quando estava perto da formatura, havia advertido todo mundo, que acho extremamente bregas os advogados que ostentam anéis de formatura. Seu Ivan, pra minha surpresa, mandou fazer um anel especial, bem diferente daqueles anéis de rubi e uma balança talhada. É um anel lindo! Mas muito pouco usado... pra tristeza do meu pai.
Desculpa, pai, mas não me orgulho por ser advogada.

E esse texto é uma homenagem à OAB-PR, a quem acabo de deixar exatos R$ 485,03, para que, em 2005, eu possa continuar odiando ser advogada.



Escrito por Karinassa às 20h54
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INDEPENDÊNCIA OU MORTE!

Pois é... esse é o meu endereço novo.

Cansei daqueles lusitanos.

Se quiser ver os meus arquivos (já começo um tanto pretensiosa, não?) clica aqui.

Isso é... se você conseguir... repatriei a Seção Karinassa porque alguns dos meus milhares de leitores não mais conseguiam acessá-la. (Ah, o que não faço por vocês...)

A seguir, os último texto, publicado hoje... na velha e abandonada Seção Karinassa portuguesa.



Escrito por Karinassa às 20h42
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23/01/2005 a 29/01/2005




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